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Alaíde Costa lança álbum inédito "Meu vício na dor de amar demais"

Alaíde Costa lança álbum inédito "Meu vício na dor de amar demais"
Imagem: g1.globo.com. Uso informativo; os direitos pertencem ao seu titular.

Alaíde Costa apresenta álbum "Meu vício na dor de amar demais" em novembro

A cantora Alaíde Costa, aos 90 anos, finaliza sua trilogia discográfica com o lançamento do álbum "Meu vício na dor de amar demais". A obra, gravada durante este ano, será disponibilizada para o público em novembro, marcando um momento significativo na carreira da intérprete. O projeto traz composições inéditas e representa o encerramento de uma jornada musical idealizada por Marcus Preto e Emicida, que conceitualizaram a sequência de trabalhos para a artista.

Composições inéditas e parcerias memoráveis

O título do álbum "Meu vício na dor de amar demais" provém de uma composição especial de Guilherme Arantes em parceria com Nando Reis, dois nomes consagrados da música brasileira. Além dessa faixa central, o projeto reúne um repertório cuidadosamente selecionado, incluindo composições originais gravadas especialmente para esta produção. Entre as contribuições, destaca-se um samba-canção de Adriana Calcanhotto intitulado "A falta que não me faz", que enriquece a diversidade artística do trabalho.

Estrutura da trilogia discográfica

O novo lançamento segue uma sequência iniciada com "O que meus calos dizem sobre mim", lançado em 2022, e continuada por "E o tempo agora quer voar", de 2024. Esses três projetos formam uma unidade conceitual que documenta as vozes e narrativas de Alaíde Costa em diferentes momentos de sua carreira. A trilogia representa uma reflexão profunda sobre a vida, o amor e as experiências acumuladas pela cantora ao longo de suas décadas no cenário musical.

Produção musical e equipe envolvida

As gravações do álbum "Meu vício na dor de amar demais" foram realizadas no estúdio Da Pá Virada, localizado em São Paulo (SP), um espaço reconhecido na indústria fonográfica. A produção contou com a participação de músicos de excelência em suas respectivas áreas. Fábio Sá atuou na seção de baixo, trazendo solidez harmônica às composições. Leo Mendes contribuiu como violonista, proporcionando a base acústica e melódica das faixas. Pupillo foi responsável pela bateria, estabelecendo os ritmos e grooves que sustentam as interpretações vocais.

Arranjos orquestrados e acabamento final

Um destaque especial deve ser dado aos arranjos de cordas e metais que enriquecem a produção sonora do projeto. O trombonista Antonio Neves foi responsável pela orquestração dessa seção, agregando texturas sofisticadas e profundidade emocional às gravações. Esses elementos instrumentais complementam a voz característica de Alaíde Costa, conhecida por sua dramaticidade e capacidade de expressar sentimentos complexos através da interpretação.

Viabilidade financeira e apoio institucional

O projeto foi viabilizado através de recursos fornecidos pelo edital da Natura Musical, demonstrando o compromisso de instituições com o financiamento da música brasileira contemporânea. Esse apoio permite que artistas consagrados como Alaíde Costa continuem produzindo trabalhos de qualidade e mantendo viva a tradição da música popular brasileira com propostas inovadoras.

Significado do novo trabalho

O álbum "Meu vício na dor de amar demais" representa não apenas um registro fonográfico, mas uma celebração da trajetória artística de Alaíde Costa. Próximo ao seu nonagésimo primeiro aniversário, a cantora demonstra vitalidade criativa e disposição para continuar explorando novas interpretações e colaborações com compositores da atualidade. O projeto encerra a trilogia de forma poética e significativa, consolidando a relevância da artista no panorama musical brasileiro.

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