No último ano, o mercado de trabalho tem sido um assunto muito discutido e preocupante em todo o mundo. Com a pandemia do COVID-19, muitas pessoas perderam seus empregos e a taxa de desemprego aumentou significativamente. No entanto, há uma boa notícia para os estudantes que estão prestes a se formar ou que estão pensando em ingressar em um curso superior: os cursos com desemprego zero ano e as licenciaturas e mestrados integrados com mais de 10% de desemprego caíram para metade no espaço de um ano.
De acordo com dados do Ministério da Educação, divulgados recentemente, a taxa de desemprego entre os recém-formados em cursos superiores caiu de 6,5% em 2019 para 3,2% em 2020. Isso significa que, em média, apenas 3 em cada 100 recém-formados estão desempregados. Essa é uma ótima notícia para aqueles que estão se preparando para ingressar no mercado de trabalho.
Mas, o que explica essa queda significativa no desemprego entre os recém-formados? A resposta está no tipo de curso escolhido pelos estudantes. De acordo com as tabelas divulgadas pelo Ministério da Educação, os cursos com desemprego zero ano e as licenciaturas e mestrados integrados com mais de 10% de desemprego caíram para metade no espaço de um ano. Isso significa que os cursos que oferecem uma formação mais específica e com maior demanda no mercado de trabalho são os que apresentam menor taxa de desemprego.
Para entender melhor essa situação, é importante analisar as tabelas divulgadas pelo Ministério da Educação. Entre os cursos com desemprego zero ano, estão os de Medicina, Odontologia, Fisioterapia, Farmácia, Engenharia de Produção, entre outros. Já entre as licenciaturas e mestrados integrados com mais de 10% de desemprego, estão os cursos de Letras, História, Filosofia, Artes, entre outros.
Esses dados mostram que a escolha do curso pode ser um fator determinante para a empregabilidade dos recém-formados. Cursos na área da saúde, engenharia e tecnologia apresentam uma demanda maior no mercado de trabalho e, consequentemente, uma menor taxa de desemprego. Já cursos na área de humanas, apesar de serem importantes para a formação de cidadãos críticos e conscientes, apresentam uma menor demanda no mercado de trabalho e, por isso, uma taxa de desemprego maior.
No entanto, é importante ressaltar que a escolha do curso não deve ser baseada apenas na empregabilidade, mas sim nas habilidades e interesses do estudante. É preciso que o aluno se identifique com a área de atuação e tenha afinidade com as disciplinas do curso escolhido. Além disso, é importante que o estudante se dedique e busque se aprimorar durante a graduação, participando de estágios, projetos de pesquisa e atividades extracurriculares, para aumentar suas chances de empregabilidade.
Outro fator que pode influenciar na taxa de desemprego é a região em que o estudante se formou. De acordo com as tabelas divulgadas pelo Ministério da Educação, a região Sul apresenta a menor taxa de desemprego entre os recém-formados, com 2,4%, seguida pelas regiões Sudeste (3,1%), Centro-Oeste (3,3%), Norte (3,4%) e Nordeste (3,6%). Isso mostra que, além da escolha do curso, a região em que o estudante se forma também pode influenciar na sua empregabilidade.
É importante destacar que, mesmo com a queda na taxa de desemprego entre os recém-formados, ainda há desafios a serem enfrent

