Maria da Graça Carvalho, Comissária Europeia de Investigação, Ciência e Inovação, recentemente afirmou que o Governo português está comprometido em tomar as decisões necessárias para diversificar as fontes de energia no país. Em um momento em que a sustentabilidade e a mitigação das mudanças climáticas são temas cada vez mais urgentes, essa declaração é um sinal positivo de que Portugal está avançando na direção certa.
Durante a sua participação na conferência “Energia para o Futuro”, realizada em Lisboa, Maria da Graça Carvalho destacou a importância de diversificar as fontes de energia em Portugal. Ela ressaltou que o país tem um grande potencial para explorar as energias renováveis, como a solar e a eólica, e que o Governo está ciente disso e está tomando medidas para aproveitar essas oportunidades.
Uma das principais medidas tomadas pelo Governo português foi a aprovação do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC) para o período de 2021 a 2030. O PNEC estabelece metas ambiciosas para o país, como alcançar 80% de eletricidade renovável até 2030 e reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 50% em relação aos níveis de 2005. Além disso, o plano também prevê a redução da dependência de combustíveis fósseis e o aumento da eficiência energética.
Maria da Graça Carvalho enfatizou que o Governo está comprometido em cumprir essas metas e que tomará as decisões necessárias para alcançá-las. Ela também destacou a importância de envolver a sociedade civil e o setor privado nesse processo, pois a transição para uma economia mais sustentável requer a colaboração de todos.
A diversificação das fontes de energia em Portugal é uma medida crucial para garantir a segurança energética do país e reduzir a dependência de fontes não-renováveis. Além disso, a transição para uma economia mais verde pode trazer benefícios econômicos, como a criação de empregos e o desenvolvimento de tecnologias inovadoras.
Entre as medidas já tomadas pelo Governo português, destaca-se o investimento em projetos de energia renovável, como a construção de novos parques eólicos e solares. Além disso, o país está trabalhando em parceria com outros países europeus para desenvolver projetos de energia limpa, como a interconexão de redes elétricas e a implementação de tecnologias de armazenamento de energia.
Outra iniciativa importante é o Programa de Eficiência Energética na Administração Pública (EEP), que tem como objetivo reduzir o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa nos edifícios públicos. Com essa medida, o Governo não só está dando o exemplo, mas também incentivando outras empresas e organizações a adotarem práticas mais sustentáveis.
Além da diversificação das fontes de energia, Maria da Graça Carvalho também destacou a importância de promover a inovação em tecnologias energéticas. Portugal tem um forte potencial para se tornar um líder na produção e exportação de tecnologias limpas, o que pode gerar mais empregos e impulsionar a economia.
É importante ressaltar que a transição para uma economia mais sustentável não será fácil e exigirá esforços e investimentos significativos. No entanto, é um passo necessário para garantir um futuro melhor para as próximas gerações e para proteger o planeta.
Em resumo, as declarações de Maria da Graça Carvalho são um sinal positivo de que o Governo português está comprometido em tomar as decisões necessárias

