Portugal defende a solução de dois Estados – israelita e palestiniano – como a única forma viável de alcançar a paz e a estabilidade na região do Médio Oriente. Na sexta-feira, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, o país reiterou a importância de se manter viva esta solução, enfatizando que a “ocupação deve dar lugar a um Estado da Palestina viável, independente e soberano”.
O discurso de Portugal na ONU foi proferido pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, que destacou a necessidade de se encontrar uma solução justa e duradoura para o conflito entre Israel e Palestina. O país tem sido um defensor ativo da causa palestiniana e tem trabalhado em estreita colaboração com outros países europeus para promover a paz e a estabilidade na região.
Santos Silva enfatizou que a solução de dois Estados é a única forma de garantir a coexistência pacífica entre Israel e Palestina. Ele também ressaltou que a ocupação israelita dos territórios palestinianos deve terminar, permitindo assim a criação de um Estado palestiniano independente e soberano. Esta posição é apoiada pela maioria dos países membros da ONU e é considerada a melhor forma de alcançar uma paz duradoura na região.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal também destacou a importância de se respeitar o direito internacional e as resoluções da ONU no que diz respeito ao conflito entre Israel e Palestina. Ele enfatizou que a comunidade internacional deve continuar a trabalhar em conjunto para garantir que ambas as partes cumpram as suas obrigações e compromissos.
Portugal tem sido um forte defensor da causa palestiniana e tem trabalhado em estreita colaboração com a União Europeia para promover a paz e a estabilidade na região. O país tem apoiado iniciativas como a criação de um Estado palestiniano independente e soberano, com Jerusalém Oriental como sua capital, e a garantia dos direitos e da segurança do povo palestiniano.
Além disso, Portugal tem sido um importante parceiro no processo de paz entre Israel e Palestina, apoiando iniciativas como o Quarteto para o Médio Oriente e o processo de paz liderado pelos Estados Unidos. O país também tem fornecido ajuda humanitária e apoio financeiro aos palestinianos, contribuindo para o desenvolvimento económico e social da região.
O discurso de Portugal na ONU é mais um exemplo do compromisso do país com a paz e a estabilidade no Médio Oriente. O país acredita que a solução de dois Estados é a única forma de alcançar uma paz duradoura e justa para ambas as partes. Portugal continuará a trabalhar em estreita colaboração com a comunidade internacional para promover esta solução e garantir que os direitos e a dignidade do povo palestiniano sejam respeitados.
Em conclusão, Portugal defende a solução de dois Estados como a única forma viável de alcançar a paz e a estabilidade no Médio Oriente. O país reiterou na ONU a importância de se manter viva esta solução e enfatizou que a ocupação israelita deve terminar, permitindo assim a criação de um Estado palestiniano viável, independente e soberano. Portugal continuará a trabalhar em estreita colaboração com a comunidade internacional para promover a paz e a justiça na região e garantir um futuro melhor para ambas as partes.

