Vinte e dois países, incluindo Portugal, França, Alemanha e Reino Unido, se uniram em uma declaração conjunta exigindo que Israel retome imediatamente a ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A declaração foi feita em meio à crise humanitária que afeta a região, agravada pela pandemia de COVID-19.
Os países signatários, através de seus respectivos ministérios das Relações Exteriores, destacaram a importância de garantir que a assistência à Faixa de Gaza seja conduzida pela ONU e por organizações não-governamentais. Eles também pediram que a ajuda seja fornecida sem restrições e sem a interferência de qualquer ator político.
A declaração foi fortemente motivada pelo agravamento da situação humanitária em Gaza, onde quase 2 milhões de pessoas vivem em situação de extrema vulnerabilidade. A região, que já sofria com a falta de infraestrutura e recursos básicos, enfrenta agora uma crise ainda maior devido à pandemia de COVID-19.
Os signatários enfatizaram a necessidade de ações imediatas para fornecer assistência à Faixa de Gaza, especialmente em um momento tão crítico. Eles também ressaltaram a importância de garantir que a ajuda humanitária chegue a todos aqueles que precisam, independente de sua localização geográfica ou sua identidade étnica ou religiosa.
A declaração também destacou a importância da prestação de contas por todas as partes envolvidas na assistência humanitária à Faixa de Gaza. Os países signatários enfatizaram que a transparência e a responsabilidade são fundamentais para garantir que a ajuda chegue a quem realmente precisa.
Além disso, os países instaram a comunidade internacional a fortalecer sua cooperação e a tomar medidas concretas para aliviar a situação humanitária em Gaza. Eles também reforçaram o apoio ao trabalho das organizações não-governamentais que atuam na região, bem como à ONU, que desempenha um papel fundamental na coordenação e no fornecimento de assistência humanitária.
Os ministérios das Relações Exteriores dos países signatários reforçaram seu compromisso com os direitos humanos e o direito internacional humanitário. Eles também reafirmaram o princípio de não discriminação e destacaram que a assistência humanitária deve ser fornecida a todos, independentemente de sua origem étnica, religião ou crenças políticas.
É importante ressaltar que a declaração conjunta dos 22 países não tem como objetivo interferir nas questões políticas ou tomar partido. Pelo contrário, ela enfatiza a importância de garantir que a assistência humanitária seja fornecida de maneira eficaz e imparcial, a fim de atender às necessidades urgentes da população em Gaza.
Portanto, é fundamental que Israel atenda às demandas dos países signatários e retome imediatamente a ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Esta é uma questão humanitária urgente e, como membros da comunidade internacional, devemos nos unir em solidariedade para fornecer o apoio necessário à população em Gaza.
O mundo está enfrentando uma crise sem precedentes e é nosso dever, como seres humanos, garantir que os mais vulneráveis sejam protegidos. A declaração conjunta dos 22 países é um passo importante para garantir que a assistência humanitária chegue àqueles que mais precisam, e esperamos que Israel cumpra suas obrigações e compromissos em relação à ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
Em tempos difíceis, a união e a solidariedade são mais importantes do que nunca. Juntos, podemos ajudar a aliviar o sofr

