O encerramento das urgências de ginecologia e obstetrícia, incluindo o bloco de Partos, do Hospital Garcia de Orta, em Almada, durante cinco dias, foi considerado inadmissível pelo presidente da Câmara Municipal do Seixal, no distrito de Setúbal.
Para o presidente Joaquim Santos, esta decisão é preocupante e coloca em risco a saúde e o bem-estar das mulheres da região. O Hospital Garcia de Orta é uma referência na área da saúde e é inaceitável que as suas urgências estejam encerradas por tanto tempo.
A falta de recursos humanos é apontada como a principal causa deste encerramento. Segundo o presidente da Câmara Municipal do Seixal, é urgente que sejam tomadas medidas para resolver esta situação e garantir que o hospital tenha os profissionais necessários para prestar um serviço de qualidade à população.
É importante lembrar que o Hospital Garcia de Orta é responsável pelo atendimento de cerca de 350 mil habitantes dos concelhos de Almada, Seixal e Sesimbra. São muitas as mulheres que dependem deste hospital para receberem cuidados de saúde na área da ginecologia e obstetrícia, especialmente as grávidas que necessitam de acompanhamento médico durante a gravidez e no momento do parto.
O encerramento das urgências de ginecologia e obstetrícia é um problema que se arrasta há vários anos. Em 2019, as urgências estiveram encerradas durante 24 horas por falta de médicos. Esta é uma situação recorrente que afeta diretamente a vida das mulheres e das suas famílias.
O presidente da Câmara Municipal do Seixal apela às autoridades competentes para que tomem medidas urgentes para resolver este problema. É necessário que sejam contratados mais profissionais de saúde para garantir o funcionamento adequado do hospital e o atendimento às necessidades da população.
Além disso, é fundamental que sejam realizados investimentos na infraestrutura do hospital, de forma a melhorar as condições de trabalho dos profissionais e a qualidade dos serviços prestados.
A saúde é um direito fundamental de todos os cidadãos e é dever do Estado garantir o acesso a serviços de saúde de qualidade. O encerramento das urgências de ginecologia e obstetrícia do Hospital Garcia de Orta é uma violação deste direito e não pode ser tolerado.
O presidente da Câmara Municipal do Seixal também destaca a importância da colaboração entre as diferentes entidades responsáveis pela gestão do hospital, nomeadamente a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e o Ministério da Saúde. É necessário que haja uma ação conjunta para resolver este problema e garantir que o Hospital Garcia de Orta possa continuar a prestar um serviço de excelência à população.
É importante que a população se mantenha informada sobre esta situação e que exija medidas concretas para resolver o problema. A saúde é um bem precioso e não pode ser negligenciada.
Em suma, o encerramento das urgências de ginecologia e obstetrícia do Hospital Garcia de Orta é inadmissível e deve ser resolvido o mais rapidamente possível. É necessário que as autoridades competentes assumam a sua responsabilidade e tomem medidas efetivas para garantir o funcionamento adequado do hospital e o acesso a cuidados de saúde de qualidade para todas as mulheres da região. A saúde das mulheres é uma prioridade e deve ser tratada com a máxima urgência e dedicação.

