Os autarcas do Médio Tejo reiteraram hoje a sua posição “contra a construção de um novo açude” no Tejo, alertando para os prejuízos que causaria em termos económicos, turísticos e ambientais. Em uma reunião realizada nesta quarta-feira, os líderes municipais da região defenderam a barragem do Alvito como a melhor solução para garantir o abastecimento de água e o desenvolvimento sustentável da região.
A construção de um novo açude no Tejo tem sido um tema controverso nos últimos anos. Enquanto alguns defendem que a medida seria benéfica para a região, outros, como os autarcas do Médio Tejo, acreditam que traria mais prejuízos do que benefícios. Eles argumentam que a barragem do Alvito, já existente, é a melhor opção para garantir o equilíbrio entre o desenvolvimento e a preservação ambiental.
Em termos económicos, a construção de um novo açude no Tejo traria um alto custo para os municípios da região. Além disso, a manutenção e operação do açude também geraria gastos significativos. Os autarcas destacam que esses recursos poderiam ser investidos em outras áreas, como saúde, educação e infraestrutura, trazendo mais benefícios para a população.
No que diz respeito ao turismo, a construção de um novo açude no Tejo também seria prejudicial. A região do Médio Tejo é conhecida por suas belezas naturais e pela prática de atividades ao ar livre, como o turismo de natureza e o turismo de aventura. A construção de um açude alteraria o curso do rio e afetaria a paisagem, impactando diretamente o turismo na região.
Além disso, a construção de um novo açude no Tejo também traria consequências ambientais negativas. O rio Tejo é um importante ecossistema, abrigando diversas espécies de fauna e flora. A construção de um açude poderia afetar o equilíbrio ecológico da região, causando danos irreparáveis ao meio ambiente.
Diante desses argumentos, os autarcas do Médio Tejo reforçam a importância da barragem do Alvito como a melhor solução para a região. A barragem já existe desde 2004 e tem capacidade para abastecer a população e as atividades económicas da região. Além disso, a barragem também é uma importante fonte de energia limpa e renovável, contribuindo para a sustentabilidade da região.
Os autarcas também destacam que a barragem do Alvito passou por um processo rigoroso de licenciamento ambiental e cumpre todas as normas e regulamentações. Portanto, a sua ampliação seria uma medida mais viável e sustentável do que a construção de um novo açude.
A posição dos autarcas do Médio Tejo é apoiada por diversas entidades e organizações, como a Agência Portuguesa do Ambiente e a Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente. Todos concordam que a barragem do Alvito é a melhor solução para garantir o abastecimento de água e o desenvolvimento sustentável da região.
Em conclusão, os autarcas do Médio Tejo reiteram a sua posição contra a construção de um novo açude no Tejo. Eles defendem a barragem do Alvito como a melhor opção para garantir o equilíbrio entre o desenvolvimento económico e a preservação ambiental. Além disso, a barragem já existente é uma fonte de energia limpa e renovável, contribuindo para a sustentabilidade da região. É hora de unir forças e trabalhar juntos para encontrar soluções que beneficiem a todos, sem prejudicar o meio

