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Alegado racismo. “Quem fica mal é o árbitro, acionou protocolo sem ter a certeza”

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Alegado racismo. “Quem fica mal é o árbitro, acionou protocolo sem ter a certeza”

Lúcio Correia, professor universitário de Direito do Desporto, recentemente concedeu uma entrevista à Renascença, onde explicou a importância de se provar o racismo no futebol e as possíveis consequências para o caso de Prestianni e Vinícius no jogo entre Benfica e Real Madrid.

O tema do racismo no futebol tem sido cada vez mais discutido e debatido, principalmente após os recentes acontecimentos envolvendo jogadores negros em partidas de futebol. No jogo entre Benfica e Real Madrid, o jogador Vinícius, do Benfica, alegou ter sido vítima de racismo por parte do jogador do Real Madrid, Prestianni. O caso gerou grande repercussão e trouxe à tona a importância de se combater o racismo no esporte.

Em sua entrevista à Renascença, o professor Lúcio Correia explicou que, para que seja considerado um caso de racismo, é necessário que haja provas concretas e não apenas a alegação do jogador. Ele ressalta que, no futebol, assim como em qualquer outra área, é preciso seguir o princípio da presunção de inocência, ou seja, é necessário que se prove a culpa antes de se tomar qualquer medida punitiva.

No caso específico de Vinícius e Prestianni, o professor afirma que é preciso analisar as imagens do jogo e buscar outras provas que possam confirmar a alegação de racismo. Além disso, é importante que sejam ouvidas as testemunhas presentes no momento do ocorrido. Somente com provas concretas é possível tomar medidas efetivas e justas.

Mas quais seriam as possíveis consequências para o jogador acusado de racismo? Segundo Lúcio Correia, o caso pode ser enquadrado no artigo 140 do Código Penal, que trata sobre injúria racial. A pena para esse tipo de crime varia de um a três anos de prisão, além de multa. Além disso, o jogador também pode sofrer sanções desportivas, como a suspensão de jogos e até mesmo a exclusão do clube.

No entanto, o professor ressalta que é preciso ter cautela e não tomar medidas precipitadas. É necessário que sejam seguidos os procedimentos legais e que haja uma investigação minuciosa antes de se tomar qualquer decisão. Caso contrário, pode haver injustiças e danos irreparáveis para a carreira do jogador acusado.

É importante destacar que o racismo no futebol não é um problema recente e que ainda há muito a ser feito para combatê-lo. No entanto, é preciso reconhecer que, nos últimos anos, houve avanços significativos no combate a esse tipo de discriminação no esporte. A FIFA, por exemplo, tem tomado medidas mais rigorosas para punir casos de racismo em suas competições.

Além disso, é fundamental que os clubes e as entidades esportivas sejam mais atuantes na promoção da igualdade e do respeito entre os jogadores e torcedores. A educação e a conscientização são armas poderosas no combate ao racismo, e o esporte tem um papel fundamental nesse processo.

Em resumo, o caso de Vinícius e Prestianni no jogo entre Benfica e Real Madrid é mais um exemplo de que o racismo ainda é uma triste realidade no futebol. No entanto, é preciso que sejam seguidos os procedimentos legais e que haja provas concretas antes de se tomar qualquer medida punitiva. O combate ao racismo no esporte é uma responsabilidade de todos e só com ações efetivas e conscientização é possível construir um futebol mais justo e igualitário.

Tags: Prime Plus
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