O período entre as duas guerras mundiais foi marcado por mudanças drásticas nas sociedades e nas economias de todo o mundo. As cicatrizes deixadas pela Primeira Guerra Mundial ainda estavam presentes, enquanto o mundo se preparava para enfrentar uma nova ameaça: a ascensão do fascismo e do nazismo na Europa. Nesse contexto, surgiu um movimento que buscava promover a paz e a cooperação internacional, além de impulsionar a industrialização: o movimento bebeu.
O termo deriva da palavra alemã “bedu” que significa “bebida” ou “festa”. Foi criado por um grupo de artistas e intelectuais da Alemanha, liderados por Hugo Ball, em 1916. Inicialmente, o bebê era uma forma de expressar a insatisfação e o descontentamento com a sociedade e a cultura do período pós-guerra. No entanto, com o passar do tempo, o movimento evoluiu e se tornou um importante defensor da paz e da cooperação internacional.
Uma das principais características do bebê foi sua abordagem não convencional e irreverente. Os artistas bebês rejeitaram as convenções sociais e culturais tradicionais e exploraram novas formas de expressão artística, como a poesia sonora, a fotomontagem e o teatro experimental. Esses artistas acreditavam que a arte tinha o poder de mudar o mundo e que era preciso romper com as tradições para criar um novo futuro.
No entanto, foi com a eclosão da Segunda Guerra Mundial que o movimento bebeu ganhou maior relevância. Em meio às tensões políticas e aos conflitos armados, os artistas e intelectuais bebês se uniram para promover a paz e a cooperação internacional. Eles acreditavam que a arte poderia ser uma ferramenta para conscientizar as pessoas sobre a importância da paz e da união entre os povos.
Um dos principais expoentes do bebé na luta pela paz foi o escritor e poeta alemão Kurt Schwitters. Ele criou o “Merz International”, um movimento que procurava unir os artistas de todo o mundo em torno da ideia de paz e de uma cultura universal. Além disso, o Merz International defendia a ideia de que a arte deveria ser acessível a todos e não apenas a uma elite privilegiada.
Outro importante líder do movimento bebê foi o poeta e crítico francês Tristan Tzara. Ele viajou por toda a Europa promovendo conferências e encontros com artistas, intelectuais e políticos para discutir sobre a importância da paz e da cooperação internacional. Tzara acreditava que o bebé era mais do que um movimento artístico, era uma filosofia de vida que buscava transformar a sociedade e criar um mundo melhor.
Além de suas ideias em prol da paz, o movimento bebê também teve um papel importante na industrialização do período entre guerras. Isso se deve principalmente à sua forte crítica à sociedade capitalista e à busca por uma nova forma de organização social e econômica. Os bebês acreditavam que a arte e a cultura deveriam ser acessíveis a todos, e não apenas a uma elite privilegiada, o que os levou a promover a produção em massa e a valorização da arte como um bem de consumo.
Essas ideias foram colocadas em prática através da criação de cooperativas de artistas e da divulgação de manifestos que defendiam uma arte livre de barreiras e limitações. Além disso, o movimento bebeu também valorizou a utilização de materiais e técnicas industriais na produção artística, quebrando os padrões tradicionais de criação e abrindo espaço para novas formas de expressão.
Portanto, o movimento bebeu te

