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Cancro pediátrico. “As crianças devem ter voz na sua doença e saúde”

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Tempo de leitura: 3 mins read

Setembro é um mês especial, dedicado a conscientização e sensibilização para uma causa muito importante: o cancro pediátrico. Esta doença atinge crianças e jovens em todo o mundo e é responsável por 3% de todas as mortes relacionadas ao cancro em todo o mundo. Apesar dos avanços e conquistas da medicina, o cancro pediátrico ainda é um grande desafio a ser enfrentado.

Segundo dados da Childhood Cancer International, a cada ano, cerca de 300.000 crianças em todo o mundo são diagnosticadas com cancro, sendo que a maioria vive em países de baixo e médio rendimento. A doença é um fardo não só para as crianças, mas também para suas famílias e comunidades, afetando a qualidade de vida e deixando sequelas tanto físicas quanto emocionais.

É por isso que o mês de setembro foi escolhido como o Mês Internacional de Sensibilização para o Cancro Pediátrico. Com o objetivo de aumentar o conhecimento e a conscientização sobre o cancro infantil, esta campanha busca promover a importância da prevenção, diagnóstico precoce, tratamento adequado e apoio às famílias e jovens sobreviventes.

Para entender mais sobre a importância da literacia em saúde no apoio às famílias e jovens que enfrentam o cancro pediátrico, entrevistamos a presidente da Sociedade Portuguesa de Linfomas e Sarcomas (SPLS), Cristina de Vaz Almeida. A SPLS é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão ajudar a promover melhores cuidados de saúde e qualidade de vida para pacientes com linfoma e sarcoma em Portugal.

Durante a entrevista, Cristina destacou a importância da literacia em saúde como uma ferramenta essencial no apoio às famílias de crianças com cancro pediátrico. Segundo ela, é necessário que elas tenham acesso a informações claras e precisas sobre a doença, o tratamento e os cuidados necessários durante e após a cura.

“A literacia em saúde permite que as famílias e os jovens compreendam melhor a doença e, assim, tenham maior capacidade de decisão no processo de tratamento e acompanhamento”, afirma Cristina. Além disso, ela destaca que a literacia em saúde também auxilia os pacientes a lidar com as possíveis sequelas físicas e emocionais que podem surgir após a cura.

Infelizmente, mesmo após a cura, as crianças e jovens sobreviventes de cancro pediátrico podem enfrentar diversos desafios. De acordo com a Childhood Cancer International, dois terços dos sobreviventes vivem com alguma sequela física ou emocional decorrente do tratamento. Entre elas, estão problemas de aprendizagem, dificuldades de locomoção, alterações hormonais, ansiedade e depressão.

Cristina também destaca que a literacia em saúde é fundamental para ajudar os jovens sobreviventes a enfrentar essas sequelas e a se adaptarem a uma nova rotina após a cura. “É preciso fornecer informações claras e orientações sobre como lidar com possíveis sequelas e como buscar ajuda quando necessário”, ressalta.

A presidente da SPLS também enfatiza a importância de programas de reabilitação adequados para auxiliar os jovens na recuperação física e emocional. “É fundamental que os sobreviventes tenham acesso a serviços de reabilitação, acompanhamento médico e psicológico para garantir uma melhor qualidade de vida após a cura”, afirma Cristina.

Além disso, a literacia em saúde também desempenha um papel importante na prevenção do cancro pediátrico. Segundo Cristina, é fundamental que as famílias tenham conhecimento sobre os fatores de risco e adotem hábitos saudáveis para pre

Tags: Prime Plus
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