A Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL) está em pé de guerra contra o aumento das propinas anunciado pelo Governo. Em uma declaração oficial divulgada hoje, a associação expressou sua indignação e prometeu lutar contra essa medida nas ruas.
O anúncio do aumento das propinas foi feito pelo Governo no início desta semana, causando revolta entre os estudantes universitários. O valor das propinas, que já é considerado alto por muitos, terá um aumento significativo, tornando ainda mais difícil para os estudantes arcarem com os custos da educação superior.
A FCSH, representando os interesses dos estudantes da UNL, não ficou indiferente a essa decisão e decidiu tomar medidas para contestar o aumento das propinas. Em sua declaração, a associação afirmou que “não podemos ficar de braços cruzados enquanto o Governo toma medidas que prejudicam diretamente os estudantes e suas famílias”. Além disso, a FCSH prometeu “dar resposta nas ruas”, mostrando sua determinação em lutar pelos direitos dos estudantes.
Essa não é a primeira vez que a FCSH se posiciona contra o aumento das propinas. No ano passado, a associação organizou uma série de protestos e manifestações que resultaram em uma redução no valor das propinas. No entanto, o Governo parece não ter aprendido com essa lição e decidiu aumentar novamente os valores, ignorando as dificuldades financeiras enfrentadas pelos estudantes.
A UNL é uma das universidades mais prestigiadas de Portugal e atrai estudantes de todo o país. No entanto, muitos desses estudantes vêm de famílias de baixa renda e já enfrentam dificuldades para pagar as propinas atuais. Com o aumento, esses estudantes serão ainda mais prejudicados, correndo o risco de terem que abandonar seus estudos por falta de condições financeiras.
A FCSH ressalta que a educação é um direito de todos e não pode ser tratada como um privilégio para aqueles que podem pagar. A associação argumenta que o aumento das propinas só irá aprofundar as desigualdades sociais, impedindo que jovens talentosos e dedicados tenham acesso à educação superior.
Além disso, a FCSH também aponta que o aumento das propinas não é a única medida que prejudica os estudantes. O corte de bolsas de estudo e a falta de investimento na educação pública também são questões que afetam diretamente a vida dos estudantes universitários. A associação exige que o Governo reveja suas políticas e priorize a educação como um investimento no futuro do país.
A luta da FCSH não é apenas pelos estudantes da UNL, mas por todos os estudantes universitários de Portugal. A associação acredita que é preciso unir forças e mobilizar toda a comunidade acadêmica para mostrar ao Governo que a educação é uma prioridade e que os estudantes não aceitarão medidas que dificultem seu acesso à universidade.
A FCSH também está aberta ao diálogo com o Governo e espera que essa questão possa ser resolvida de forma pacífica e justa. No entanto, a associação reforça que não medirá esforços para garantir que os direitos dos estudantes sejam respeitados e que a educação seja acessível a todos.
Em tempos de incertezas e dificuldades, é inspirador ver a determinação e a coragem da FCSH em defender os interesses dos estudantes. A associação é um exemplo de como a união e a mobilização podem fazer a diferença na luta por um futuro melhor. Acreditamos que, juntos, podemos superar esse desaf