A Quercus, maior associação ambientalista em Portugal, tem defendido a proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e a criação de um selo “Biodegradável” para estes produtos. A organização enviou uma carta ao Governo e à Assembleia da República com propostas para travar os impactos ambientais negativos causados por estes produtos.
De acordo com a Quercus, os toalhetes húmidos não biodegradáveis são um dos maiores vilões ambientais da atualidade. Eles são compostos por fibras plásticas e químicos que demoram anos para se degradar, causando danos irreversíveis à natureza. Quando descartados incorretamente, podem entupir tubagens e sistemas de drenagem, prejudicando a fauna e flora dos rios e oceanos.
Neste sentido, a associação tem vindo a alertar para a necessidade de se modificar a legislação para a proibição da venda destes toalhetes não biodegradáveis. Além disso, a Quercus propõe a criação de um selo “Biodegradável” que garanta a correta degradação dos produtos, certificando o impacto positivo no meio ambiente.
A carta enviada pela Quercus ao Governo e à Assembleia da República destaca ainda a importância de campanhas de sensibilização para informar e educar a população sobre os riscos ambientais e as alternativas sustentáveis aos toalhetes húmidos não biodegradáveis. É fundamental que os consumidores estejam conscientes e façam escolhas mais responsáveis e amigas do ambiente.
A Quercus tem liderado diversas ações de conservação e proteção do meio ambiente em Portugal. Desde a luta contra a comercialização de plásticos descartáveis até à promoção de energias limpas e renováveis, a associação tem sido uma voz ativa na defesa do planeta. E, no caso dos toalhetes húmidos, a Quercus não poderia ficar de fora deste importante debate.
A venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis é uma questão que afeta não só Portugal, mas toda a Europa. Em 2020, a Comissão Europeia lançou uma consulta pública sobre a Diretiva Europeia dos Resíduos, com o objetivo de adotar medidas para reduzir a quantidade de resíduos plásticos no meio ambiente. A Quercus participou ativamente neste processo, defendendo a proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e a adoção de medidas para estimular a produção de alternativas sustentáveis.
Com a crescente preocupação com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente, é fundamental que medidas concretas sejam tomadas para proteger o nosso planeta. A Quercus tem sido uma grande aliada nessa luta, e a proposta de proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e a criação do selo “Biodegradável” são exemplos claros do compromisso da associação em tornar o mundo um lugar mais habitável para as gerações presentes e futuras.
Portugal tem sido um exemplo na implementação de políticas ambientais e na proteção dos seus recursos naturais. Mas é essencial que continuemos a avançar e a adotar medidas cada vez mais abrangentes no que diz respeito à preservação do ambiente. A proibição da venda de toalhetes húmidos não biodegradáveis e a criação do selo “Biodegradável” seriam um passo importante nessa direção.
É tempo de agir e tomar medidas concretas para proteger o nosso planeta. A Quercus está na linha da frente nesta batalha e espera poder contar com o apoio do Governo e da As

