O Pará é um estado brasileiro conhecido por sua rica cultura e tradição, que se refletem em todos os aspectos da vida dos paraenses. E, quando se trata de música, não poderia ser diferente. O estado é berço de grandes representantes da cena musical, que se destacam pela autenticidade de suas composições e ritmos que refletem a identidade e a história do povo paraense.
Um desses grandes nomes é o músico, escritor e poeta Renato Torres. Desde a adolescência, Torres se dedicou à poesia e, no final dos anos 80, deu início à sua carreira musical, integrando diversas bandas de Belém. Em uma entrevista, o artista compartilha sua visão sobre a principal ferramenta que um compositor deve ter.
“Para mim, a principal ferramenta é encontrar o prazer e a alegria em criar. É entender como a música nos ajuda a nos desenvolver, tanto como artistas quanto como seres humanos”, afirma Torres.
O Dia Mundial do Compositor é celebrado em 15 de janeiro e foi instituído inicialmente no México, em 1945, em homenagem à Fundação da Sociedade de Autores e Compositores do México. A data se espalhou por outros países e, a partir de 1983, tornou-se uma celebração mundial.
O compositor é a mente criativa por trás das músicas que tocam nossos corações. É ele quem dá vida às melodias, que se inspira para criar letras e arranjos que nos encantam. É através da música que os artistas se conectam com o público, que se identifica e se emociona com suas composições. Antes de chegar aos nossos ouvidos, a melodia nasce no silêncio da alma do compositor.
O Dia Mundial do Compositor é uma oportunidade de homenagear esses artistas que nos presenteiam com suas criações. A música é uma forma de expressão universal, capaz de unir pessoas de diferentes culturas e origens. E no Pará, a música é uma parte fundamental da identidade do povo, que se orgulha de suas raízes e tradições.
A cena musical paraense é diversificada e rica em ritmos, que vão desde o carimbó, passando pelo tecnobrega, até o rock. Além de Renato Torres, outros grandes nomes da música paraense são reconhecidos nacionalmente, como Fafá de Belém, Dona Onete, Pinduca, Gaby Amarantos, Felipe Cordeiro, entre outros.
Um dos ritmos mais conhecidos e amados pelos paraenses é o carimbó. Originário da região, o carimbó é uma dança e um gênero musical que tem influências indígenas, africanas e europeias. É considerado um símbolo da cultura paraense e é muito presente em festas e celebrações.
Outro ritmo que ganhou destaque nos últimos anos é o tecnobrega. Criado na periferia de Belém, o tecnobrega é uma mistura de música eletrônica com ritmos regionais, como o carimbó e o brega. O estilo conquistou o Brasil e é uma das marcas registradas da cena musical paraense.
Além da música popular, o Pará também é conhecido por sua música erudita. O estado possui uma Orquestra Sinfônica e um Conservatório de Música, que formam músicos e promovem apresentações em todo o estado. A música clássica também tem espaço garantido em festivais e concertos que atraem um público cada vez maior.
A música é uma forma de arte que transcende barreiras e conecta pessoas. No Pará, ela é uma parte fundamental da cultura e da identidade do povo. E os compositores são os responsáveis por manter viva essa tradição, criando melodias e letras que retratam

