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Espelho do atraso: os influencers que fazem sucesso pregando dietas radicais nas redes

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Tempo de leitura: 2 mins read
Espelho do atraso: os influencers que fazem sucesso pregando dietas radicais nas redes

Depois de décadas de luta contra a imposição do padrão de magreza como ideal de beleza, finalmente vimos um progresso significativo na aceitação da diversidade corporal. Mulheres de todas as formas e tamanhos foram encorajadas a amar seus corpos como são e a rejeitar os padrões inatingíveis impostos pela sociedade. Porém, recentemente, uma nova onda tem surgido, indicando um perigoso retrocesso nessa conquista.

Com a popularização das redes sociais, o culto ao corpo perfeito atingiu níveis alarmantes. Perfis no Instagram e no TikTok enaltecem a magreza extrema, promovendo dietas restritivas, exercícios exaustivos e cirurgias plásticas como forma de alcançar o que é considerado o “corpo ideal”. Essa nova onda, que poderíamos chamar de “fisiocentrismo”, coloca o corpo como única fonte de valor e sucesso, ignorando completamente a saúde física e mental.

Esse movimento tem trazido uma série de consequências preocupantes, principalmente para as jovens. A busca incessante pelo corpo perfeito tem levado a casos de transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, que podem levar à morte. Além disso, a exaltação de uma única forma de corpo como ideal tem gerado uma enorme pressão psicológica, principalmente nas adolescentes, que buscam desesperadamente seguir os padrões impostos pela sociedade.

A indústria da moda e da beleza, que por muito tempo foi criticada pela falta de diversidade em suas campanhas, também tem contribuído para esse retrocesso. Marcas de roupas e cosméticos continuam utilizando modelos extremamente magras em suas campanhas, perpetuando a ideia de que só esse tipo de corpo é bonito e desejado. Isso sem mencionar as edições de fotos que criam imagens irreais, inatingíveis para a maioria das mulheres.

Outro ponto preocupante é a influência que essa nova onda tem nas adolescentes, que são bombardeadas diariamente por essa mensagem. Muitas jovens, ainda em fase de formação da identidade, podem desenvolver distúrbios alimentares e uma relação prejudicial com o próprio corpo, por acreditar que só serão aceitas e amadas se tiverem um corpo magro.

Esse ideal de magreza também exclui outras questões importantes relacionadas à saúde, como a prática de exercícios físicos para se manter saudável e a importância de uma alimentação equilibrada. O fisiocentrismo coloca o peso e a aparência como únicos indicadores de saúde, desconsiderando outros aspectos igualmente importantes.

É preciso lembrar que a diversidade é o que torna o mundo mais bonito e interessante. Cada corpo tem sua própria história e merece ser amado e respeitado. A busca por um padrão de beleza único e inatingível é uma armadilha que pode afetar a saúde física e emocional das mulheres.

Felizmente, já vemos movimentos contrários a essa nova onda, que buscam resgatar a importância da diversidade corporal e promover uma relação mais saudável com o próprio corpo. Campanhas que mostram modelos de diferentes tamanhos, idades e etnias têm ganhado espaço nas redes sociais e nas campanhas publicitárias, mostrando que todos os corpos são bonitos e dignos de serem celebrados.

É importante que as mulheres sejam encorajadas a se amarem e se aceitarem como são, independentemente de sua forma física. Precisamos continuar lutando contra os padrões de beleza irreais impostos pela sociedade e mostrar que a diversidade é o que nos torna únicas e especiais.

Portanto, é necessário que esse movimento de fisiocentrismo seja recon

Tags: Prime Plus
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