Nos últimos anos, a administração Trump tem sido alvo de críticas por suas políticas comerciais e econômicas, que muitas vezes resultaram em tarifas e restrições comerciais. No entanto, recentemente, uma mudança positiva tem sido observada na lista de produtos que os Estados Unidos não conseguem cultivar ou produzir em quantidade suficiente. Essa mudança acontece em um momento em que a administração Trump está sob pressão para reduzir o custo de vida dos americanos.
A lista inclui uma variedade de produtos, desde alimentos até medicamentos, que os Estados Unidos dependem de importações para atender à demanda interna. Essa dependência de produtos estrangeiros tem sido uma preocupação para muitos americanos, especialmente em tempos de incerteza econômica e política. No entanto, com a mudança na lista, há esperança de que os Estados Unidos possam se tornar mais autossuficientes e reduzir sua dependência de outros países.
Um dos produtos que os Estados Unidos não conseguem cultivar em quantidade suficiente é o abacate. Com a crescente popularidade desse alimento saudável, a demanda tem aumentado significativamente nos últimos anos. No entanto, a maioria dos abacates consumidos nos Estados Unidos é importada do México e de outros países da América Latina. Isso resulta em preços mais altos para os consumidores americanos. Com a inclusão do abacate na lista, espera-se que os Estados Unidos possam aumentar sua produção e reduzir os preços para os consumidores.
Outro produto importante que os Estados Unidos não conseguem produzir em quantidade suficiente é o azeite de oliva. A maior parte do azeite consumido nos Estados Unidos é importada da Europa e do Mediterrâneo. Com a inclusão do azeite na lista, espera-se que os Estados Unidos possam investir em sua própria produção e reduzir sua dependência de importações. Isso não apenas reduzirá os preços para os consumidores, mas também criará empregos e impulsionará a economia interna.
Além de alimentos, a lista também inclui produtos farmacêuticos, como antibióticos e medicamentos para câncer. Os Estados Unidos dependem fortemente de importações desses medicamentos, o que resulta em preços mais altos para os consumidores. Com a inclusão desses medicamentos na lista, espera-se que os Estados Unidos possam investir em sua própria produção e reduzir os preços para os consumidores. Isso também garantirá um suprimento mais estável desses medicamentos, reduzindo a dependência de outros países.
A mudança na lista também é uma oportunidade para os Estados Unidos diversificarem sua produção e reduzirem sua dependência de um único país ou região. Por exemplo, a inclusão de produtos como o café e o cacau na lista pode incentivar os Estados Unidos a investir em sua própria produção desses produtos, em vez de depender de países como o Brasil e a Costa do Marfim. Isso não apenas reduzirá a dependência de importações, mas também criará oportunidades para os agricultores americanos.
Além disso, a mudança na lista também pode ser vista como uma oportunidade para os Estados Unidos fortalecerem suas relações comerciais com outros países. Ao investir em sua própria produção de produtos que antes eram importados, os Estados Unidos podem se tornar um fornecedor confiável desses produtos para outros países. Isso pode levar a acordos comerciais mais favoráveis e benefícios mútuos para todas as partes envolvidas.
É importante ressaltar que a mudança na lista não significa que os Estados Unidos deixarão de importar esses produtos completamente. Ainda haverá uma necessidade de importações para atender à demanda interna. No entanto, a inclusão desses produtos na lista é um passo importante para tornar os Estados Unidos mais autossuficient

