A prática é uma palavra que pode ter diferentes significados, dependendo do contexto em que é utilizada. No entanto, quando se trata de relacionamentos e sexualidade, a prática tem uma conotação muito específica e importante. Nos últimos anos, temos ouvido falar cada vez mais sobre os chamados “incels”, um termo que vem do inglês “involuntary celibate” (celibato involuntário, em tradução livre). Mas qual é a diferença crucial entre a prática e os incels?
Para entender essa diferença, é necessário primeiro compreender o que é a prática. Em termos simples, a prática é a ação de se relacionar sexualmente com outras pessoas. No entanto, essa definição pode ser ampliada para incluir também a busca por relacionamentos amorosos e afetivos. A prática é uma parte importante da vida humana e está presente em todas as culturas e sociedades.
Por outro lado, os incels são um grupo de pessoas que se autodenominam como “celibatários involuntários”. Eles acreditam que são incapazes de encontrar um parceiro ou parceira sexual devido a fatores externos, como aparência física, status social ou falta de habilidades sociais. Os incels geralmente se reúnem em fóruns online para compartilhar suas frustrações e teorias sobre a sociedade e as relações interpessoais.
A principal diferença entre a prática e os incels é que a prática é uma escolha, enquanto os incels acreditam que são vítimas de circunstâncias externas. A prática envolve a busca ativa por relacionamentos e a aceitação de que nem sempre será fácil ou bem-sucedida. Por outro lado, os incels se veem como incapazes de mudar sua situação e, muitas vezes, culpam os outros por sua falta de sucesso nos relacionamentos.
Além disso, a prática é uma atitude positiva em relação à sexualidade e aos relacionamentos. Envolve respeito, consentimento e comunicação entre as partes envolvidas. Já os incels tendem a ter uma visão negativa e tóxica sobre as mulheres, culpando-as por sua falta de sucesso e até mesmo desejando violência contra elas.
É importante ressaltar que a prática não é sinônimo de promiscuidade ou de ter muitos parceiros sexuais. Cada pessoa tem o direito de escolher como e com quem deseja se relacionar, desde que seja de forma consensual e respeitosa. A prática também não deve ser vista como uma obrigação ou uma forma de validar a própria existência. É uma parte importante da vida, mas não é a única fonte de felicidade e realização.
Por outro lado, os incels tendem a colocar uma grande importância na prática, acreditando que é a única forma de se sentirem aceitos e valorizados. Isso pode levar a comportamentos obsessivos e até mesmo perigosos, como a misoginia e a violência contra as mulheres.
É importante destacar que os incels não são apenas um grupo de pessoas solteiras ou virgens. Eles são um grupo que compartilha uma visão distorcida e tóxica sobre a sexualidade e os relacionamentos. A prática, por outro lado, é uma parte natural e saudável da vida humana, que deve ser vivida de forma consciente e responsável.
Em resumo, a prática e os incels são conceitos completamente diferentes. Enquanto a prática é uma escolha e uma atitude positiva em relação à sexualidade e aos relacionamentos, os incels são um grupo que se vê como vítimas e tem uma visão negativa e tóxica sobre as mulheres. É importante promover uma cultura de respeito e consentimento, e combater a ideia de que a prática é uma obrigação ou uma forma de validar a própria existência. A prática deve ser vista como uma parte importante e sa

