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CPMI do INSS: empresário responde a relator, mas se cala para comissão

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Tempo de leitura: 2 mins read
CPMI do INSS: empresário responde a relator, mas se cala para comissão

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS tem sido um assunto bastante discutido nos últimos dias. O depoimento do empresário Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti foi um dos mais aguardados pela comissão. No entanto, após responder algumas perguntas, ele decidiu permanecer em silêncio durante o restante do depoimento. Isso gerou ainda mais expectativa e curiosidade sobre o que ele teria a dizer.

Cavalcanti é um dos investigados na Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pela Contralodoria-Geral da União (CGU). O objetivo da operação é investigar um esquema de descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões do INSS. O empresário é ex-sócio do renomado advogado Nelson Willians, que ficou conhecido por ostentar uma vida de luxo nas redes sociais.

Durante seu depoimento, Cavalcanti negou as acusações de que fazia parte do esquema de desvios de mensalidades de aposentados. Ele afirmou não ser laranja e nem beneficiário do esquema, além de declarar desconhecer as atividades ilícitas de Nelson Willians e de Maurício Camisotti, apontados como os principais operadores do esquema de corrupção.

No entanto, o empresário teve sua evolução patrimonial questionada pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar. Em 2017, antes de integrar o escritório de Nelson Willians, Cavalcanti trabalhava como assessor parlamentar em São Paulo, ganhando pouco mais de R$ 5 mil. Porém, em 2025, seu patrimônio já ultrapassava os R$ 200 milhões, incluindo uma adega de vinhos avaliada em mais de R$ 7 milhões e diversos veículos de luxo, como uma Ferrari de R$ 4,5 milhões.

O empresário alegou que os veículos eram de propriedade de sua empresa e foram adquiridos de forma lícita. No entanto, a PF apreendeu mais de 20 veículos em um shopping de Brasília, um dia antes da Operação Sem Desconto ser deflagrada. Além disso, diversos relógios de luxo também foram apreendidos na casa de Cavalcanti.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, afirmou que o depoimento de Cavalcanti mostra que sua defesa está utilizando o espaço da comissão para montar sua estratégia de defesa. Ele ainda classificou o empresário como parte de uma “máfia” que corrompeu servidores públicos e tinha contatos com políticos e outras autoridades.

Viana também aguarda a resposta do ministro do STF, André Mendonça, sobre o pedido da CPMI para ouvir o depoimento de Maurício Camisotti. Um habeas corpus concedido pelo ministro deu a Camisotti o direito de não ser obrigado a depor na comissão. Para Viana, o depoimento de Camisotti é fundamental para entender como todas as peças se encaixam no esquema de roubo da previdência brasileira.

Uma das associações investigadas na operação da PF e CGU é a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (AMBEC). Segundo as investigações, a associação é supostamente controlada por “laranjas” ligados a Mauricio Camisotti. As contribuições dos associados saltaram de R$ 135 em 2021 para R$ 91 milhões em 2023, levantando ainda mais suspeitas sobre o esquema de corrupção.

O depoimento de Cavalcanti à CPMI do INSS traz à tona mais um esc

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