O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, recentemente defendeu o primeiro-ministro, António Costa, e as críticas que têm sido feitas à realização da Festa do Pontal em pleno período de combate a incêndios. Em uma entrevista à imprensa, Rangel afirmou que é necessário separar a “guerra política” da “guerra dos incêndios”, e que é importante reconhecer que há “um momento histórico” acontecendo no país.
A Festa do Pontal, tradicional evento político do PSD, levantou polêmica este ano devido à sua realização durante a época de incêndios florestais. No entanto, Rangel defendeu que o evento é uma forma de “celebrar a democracia” e que a política não pode parar devido a tragédias naturais. Ele ainda acrescentou que o Governo tem feito um bom trabalho no combate aos incêndios e que a Festa do Pontal não significa que a situação seja menosprezada.
“É importante separar a guerra política da guerra dos incêndios. O país está sendo atingido por uma onda de incêndios sem precedentes e isso é uma realidade que não pode ser ignorada. Mas, ao mesmo tempo, é preciso continuar a trabalhar e a tomar decisões políticas para o bem do país. O Governo tem sido ativo e eficiente no combate aos incêndios e a Festa do Pontal não muda isso”, afirmou Rangel.
Além da Festa do Pontal, outro “conflito” que tem sido destaque na mídia é a disputa entre Portugal e Espanha pelos direitos de exploração de uma área de petróleo no Algarve. No entanto, Rangel vê essa disputa como um “momento histórico” para o país, que pode trazer grandes avanços econômicos.
“É normal haver disputas entre países vizinhos, especialmente quando se trata de recursos naturais. Mas é importante lembrar que essa é uma oportunidade histórica para o nosso país. A exploração de petróleo pode trazer grandes benefícios para a economia portuguesa, desde que seja feita de forma responsável e sustentável. Temos que aproveitar essa chance e não deixá-la passar”, destacou o Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Rangel também falou sobre a importância de manter uma relação amistosa com os países vizinhos, apesar das diferenças e disputas. Segundo ele, Portugal tem uma posição privilegiada na Europa por estar geograficamente entre Espanha e África, e isso pode ser explorado de forma positiva nas relações comerciais e diplomáticas.
“Portugal é um país pequeno, mas com uma localização estratégica. Temos a oportunidade de ser um elo entre a Europa e a África, e isso pode gerar muitas oportunidades de negócios. Além disso, é importante manter uma boa relação com os nossos vizinhos, pois a cooperação e o diálogo são fundamentais para a construção de um futuro melhor para todos”, afirmou Rangel.
O Ministro ainda ressaltou que, apesar das diferenças políticas, é preciso unir esforços em prol do bem comum. Ele destacou a importância do diálogo e do entendimento entre os diferentes partidos e setores da sociedade para enfrentar os desafios que o país enfrenta.
“Em um momento como esse, é importante deixar as diferenças de lado e trabalhar juntos pelo bem do país. A política é feita de divergências, mas também de convergências. E é nas convergências que podemos construir um futuro melhor para todos. Precisamos estar unidos e ter uma visão positiva e esperançosa para enfrentar os desafios que temos pela frente”, finalizou Paulo Rangel.
Em uma época em que muit

