O Governo da Guiné-Bissau tem estado no centro das atenções nos últimos dias após a expulsão da comunicação social portuguesa do país. No entanto, numa recente declaração, o governo anunciou que irá fornecer esclarecimentos sobre o incidente no próximo sábado, dia 7 de agosto.
Segundo o porta-voz do governo, a expulsão da comunicação social portuguesa foi uma medida necessária para proteger a soberania do país. O governo afirmou que a presença de jornalistas estrangeiros no país estava a violar as leis de migração e que a falta de respeito pela soberania do país não seria tolerada.
Além disso, o governo também afirmou que está aberto ao diálogo com a comunidade internacional e que sempre estará disponível para discutir questões relacionadas com a Guiné-Bissau. No entanto, essa abertura ao diálogo só será possível se a soberania do país for respeitada.
É importante lembrar que a Guiné-Bissau é um país soberano e tem o direito de controlar quem entra e sai do seu território. A presença de jornalistas estrangeiros sem a devida autorização pode ser considerada uma ameaça à segurança nacional e, portanto, a expulsão desses indivíduos foi uma medida necessária para proteger o país.
Além disso, o governo enfatizou que a expulsão não foi uma decisão tomada de forma impulsiva ou arbitrária. Antes de tomar qualquer medida, foram realizadas várias reuniões e discussões entre o governo e a comunidade internacional. No entanto, parece que essas discussões não foram suficientes para chegar a um acordo e, por isso, o governo se viu obrigado a tomar uma atitude mais drástica.
No entanto, o governo também deixou claro que a expulsão não é uma forma de rejeitar a ajuda internacional ou de se isolar do resto do mundo. Pelo contrário, o governo está ciente da importância da cooperação e do diálogo com outros países, especialmente neste momento de crise global. No entanto, essa cooperação deve ser baseada no respeito mútuo e na soberania de cada país.
O governo também aproveitou a oportunidade para reforçar o seu compromisso com a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão. A expulsão da comunicação social portuguesa não foi uma tentativa de censura ou de limitar a liberdade de informação. Pelo contrário, o governo acredita que a imprensa é um pilar fundamental da democracia e que os jornalistas são aliados importantes na luta contra a corrupção e outras questões que afetam o país.
Neste sentido, o governo da Guiné-Bissau está disposto a trabalhar com a comunidade internacional para encontrar uma solução que respeite a soberania do país e, ao mesmo tempo, permita a liberdade de imprensa e de expressão. O diálogo e a cooperação são fundamentais para garantir que essa situação seja resolvida de forma pacífica e benéfica para todas as partes envolvidas.
Por fim, o governo da Guiné-Bissau pede a compreensão e o respeito da comunidade internacional. A soberania de um país é um direito sagrado e deve ser respeitada por todos. Esperamos que a situação seja resolvida de forma pacífica e que possamos continuar a trabalhar juntos para promover o desenvolvimento e a paz na nossa nação.
Em suma, o governo da Guiné-Bissau está aberto ao diálogo e comprometido com a liberdade de imprensa e de expressão. No entanto, a soberania do país deve ser respeitada e é por isso que a expulsão da comunicação social portugues

