O arcebispo espanhol Joan-Enric Sicília fez uma declaração importante hoje, afirmando que os migrantes não são um problema, mas sim um sinal dos tempos que exige uma resposta solidária. Ele enfatizou que o acolhimento dessas pessoas não é uma opção política, mas sim uma exigência evangélica.
Essas palavras do arcebispo Sicília são extremamente relevantes em um momento em que o mundo enfrenta uma crise migratória sem precedentes. Milhões de pessoas estão deixando seus países de origem em busca de uma vida melhor, fugindo de conflitos, pobreza e perseguições. E, infelizmente, muitas vezes são recebidas com hostilidade e rejeição.
No entanto, o arcebispo Sicília nos lembra que esses migrantes são seres humanos, nossos irmãos e irmãs, que merecem ser tratados com dignidade e respeito. Eles não são um fardo ou um problema, mas sim um sinal dos tempos que nos chama a agir com solidariedade e compaixão.
O acolhimento dos migrantes não é uma questão política, mas sim uma exigência evangélica. Como cristãos, somos chamados a seguir o exemplo de Jesus Cristo, que acolheu a todos, especialmente os mais vulneráveis e marginalizados. Ele nos ensinou a amar o próximo como a nós mesmos e a tratar os outros como gostaríamos de ser tratados.
Além disso, o arcebispo Sicília nos lembra que a migração é um fenômeno antigo e natural. Desde os tempos bíblicos, as pessoas têm se deslocado em busca de melhores condições de vida. Portanto, não podemos tratar a migração como um problema a ser resolvido, mas sim como uma realidade a ser enfrentada com empatia e solidariedade.
É importante lembrar que os migrantes também contribuem para o desenvolvimento dos países que os acolhem. Eles trazem consigo suas culturas, habilidades e conhecimentos, enriquecendo a sociedade e a economia local. Além disso, muitos deles são forçados a deixar seus países devido a situações extremas, e oferecer-lhes um lar seguro e oportunidades é uma forma de retribuir a ajuda que recebemos em nossas próprias vidas.
O arcebispo Sicília também ressaltou que a resposta à migração deve ser solidária. Isso significa que não é responsabilidade de um único país ou comunidade, mas sim de toda a humanidade. É preciso haver uma cooperação internacional para enfrentar essa crise e garantir que os direitos dos migrantes sejam respeitados.
Além disso, é importante que a sociedade se una para combater as causas da migração forçada, como a pobreza, a violência e a instabilidade política. Isso requer um compromisso de todos, desde líderes políticos até cidadãos comuns, para trabalhar juntos em prol de um mundo mais justo e pacífico.
O arcebispo Sicília também destacou que o acolhimento dos migrantes não deve ser visto como um ato de caridade, mas sim como uma obrigação moral. Como seres humanos, temos o dever de ajudar aqueles que estão em necessidade, independentemente de sua origem ou status social.
Portanto, é hora de mudarmos nossa perspectiva em relação aos migrantes. Eles não são um problema, mas sim uma oportunidade para demonstrarmos nossa humanidade e solidariedade. O acolhimento dessas pessoas não é uma opção, mas sim uma exigência evangélica que devemos seguir.
Que as palavras do arcebispo Sicília nos inspirem a agir com amor e compaixão em relação aos migrantes. Que possamos acolhê-

