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Corvo vivo, coração pulsante e relógio de Salvador Dalí: o surrealismo da Schiaparelli em Paris

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Corvo vivo, coração pulsante e relógio de Salvador Dalí: o surrealismo da Schiaparelli em Paris

Na passarela, Daniel Roseberry, diretor criativo da lendária casa de moda Schiaparelli, nos transportou para um mundo de experimentações futuristas e aura cinematográfica. Em sua coleção de alta costura para o outono/inverno 2021, Roseberry revisitou os códigos históricos criados por Elsa Schiaparelli, trazendo uma nova perspectiva e modernidade para a marca.

Elsa Schiaparelli foi uma das mais importantes estilistas do século XX, conhecida por sua ousadia e irreverência na moda. Sua colaboração com artistas como Salvador Dalí e Jean Cocteau resultou em peças únicas e icônicas, que misturavam arte e moda de forma inovadora. Agora, sob a direção de Roseberry, a marca continua a honrar esse legado, mas com uma visão contemporânea.

Em sua coleção, Roseberry explorou elementos históricos da marca, como o famoso tom de rosa choque, o fecho de garra e o bordado com o símbolo do coração. No entanto, ele os reinterpretou de forma futurista, criando peças que são ao mesmo tempo clássicas e modernas. O resultado foi uma coleção que mistura o passado e o futuro de forma harmoniosa e fascinante.

Uma das principais inspirações para Roseberry foi o filme “Blade Runner”, de Ridley Scott. A atmosfera sombria e futurista do filme pode ser vista em muitas das peças da coleção, que trazem uma sensação de mistério e aventura. Além disso, o diretor criativo também se inspirou em outras referências cinematográficas, como o filme “O Quinto Elemento” e a série “Star Trek”. Essa mistura de elementos de ficção científica com a elegância da alta costura resultou em uma coleção única e surpreendente.

Outro destaque da coleção foi a parceria com o artista plástico Daniel Arsham, que criou esculturas que foram incorporadas às peças de roupa. Essa colaboração trouxe uma dimensão ainda mais artística e conceitual para a coleção, mostrando como a moda pode se unir a outras formas de arte para criar algo verdadeiramente inovador.

Além disso, Roseberry também trouxe uma abordagem mais inclusiva para a passarela da Schiaparelli, com modelos de diferentes idades e origens. Isso mostra que a marca está atenta às mudanças sociais e culturais, e está disposta a se adaptar e evoluir junto com a sociedade.

Em resumo, a coleção de alta costura outono/inverno 2021 da Schiaparelli, sob a direção criativa de Daniel Roseberry, foi uma verdadeira celebração da história e do futuro da marca. Com uma mistura de elementos históricos e futuristas, a coleção nos transportou para um universo único e fascinante, onde a moda é vista como uma forma de arte. E, mais do que nunca, a Schiaparelli continua a ser uma marca relevante e inovadora, que mantém viva a visão ousada e criativa de sua fundadora, Elsa Schiaparelli.

Tags: Prime Plus
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