O diretor da Polícia de Segurança Pública (PSP), Luís Farinha, anunciou hoje que a polícia está preparada para assumir novas competências no controlo de fronteiras e gestão de estrangeiros. Esta declaração foi feita numa altura em que se tem verificado um aumento significativo da atividade policial nos últimos anos, apesar da redução do efetivo.
Em entrevista à imprensa, Luís Farinha destacou a importância destas novas competências para a PSP e para o país como um todo. Segundo o diretor, a polícia tem vindo a trabalhar em estreita colaboração com as autoridades competentes para garantir uma maior eficácia no controlo de fronteiras e gestão de estrangeiros.
Com o aumento do fluxo migratório e do crime transfronteiriço, é essencial que a PSP esteja preparada para enfrentar estes desafios. E, de acordo com Luís Farinha, a polícia tem vindo a investir em formação e equipamentos para garantir que os seus agentes estejam devidamente preparados para lidar com estas novas competências.
A gestão de fronteiras é uma das áreas que tem vindo a ser reforçada pela PSP. Com a utilização de tecnologia de ponta, a polícia tem conseguido identificar e deter indivíduos que tentam entrar no país de forma ilegal ou com intenções criminosas. Além disso, a PSP tem vindo a trabalhar em conjunto com as autoridades de outros países para partilhar informações e coordenar ações, o que tem sido fundamental para o sucesso nesta área.
No que diz respeito à gestão de estrangeiros, a PSP tem vindo a desenvolver um trabalho de proximidade com as comunidades migrantes, promovendo a integração e a prevenção de conflitos. Além disso, a polícia tem também atuado no combate ao tráfico de seres humanos e à exploração laboral, garantindo assim a proteção dos direitos humanos e a segurança dos cidadãos.
Apesar do aumento da atividade policial, a PSP tem enfrentado um desafio adicional: a redução do efetivo. Segundo Luís Farinha, esta é uma realidade que tem sido sentida em todo o país e que tem obrigado a polícia a ser mais eficiente e a otimizar recursos. No entanto, o diretor garante que a PSP tem conseguido dar resposta a todas as situações e que a qualidade do trabalho desenvolvido não tem sido afetada.
O aumento da atividade policial e a redução do efetivo são dois fatores que, à primeira vista, podem parecer contraditórios. No entanto, Luís Farinha vê esta situação como uma oportunidade para a PSP se reinventar e encontrar novas formas de trabalhar. Segundo o diretor, a polícia tem vindo a adotar uma postura mais proativa, antecipando-se aos problemas e atuando de forma mais eficaz.
Além disso, a PSP tem também apostado na formação contínua dos seus agentes, garantindo que estes estejam sempre atualizados e preparados para enfrentar os desafios do dia-a-dia. A polícia tem também vindo a reforçar a sua presença nas redes sociais, utilizando-as como uma ferramenta de comunicação e de aproximação à comunidade.
Para Luís Farinha, é fundamental que a PSP seja vista como uma força de segurança moderna, eficiente e próxima da população. E é com este objetivo em mente que a polícia tem vindo a trabalhar, procurando constantemente melhorar e adaptar-se às novas realidades.
Em suma, a PSP está pronta para assumir novas competências no controlo de fronteiras e gestão de estrangeiros. Apesar dos desafios, a polícia tem vindo a demonstrar uma enorme capacidade de

