O chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, reforçou hoje a importância de investir em Defesa e reiterou o compromisso de atingir a meta de 2% do PIB neste ano, estabelecida pela NATO. Em uma entrevista, Rangel destacou que esse é um esforço significativo, mas necessário para garantir a segurança e a soberania do país.
O investimento em Defesa é um tema recorrente nas discussões políticas e estratégicas em todo o mundo. E em Portugal, não é diferente. O país tem uma posição geográfica estratégica, com uma costa marítima extensa e fronteiras terrestres com a Espanha, o que torna a segurança nacional uma prioridade. Além disso, Portugal é membro da NATO desde 1949, o que implica em compromissos e responsabilidades no âmbito da defesa coletiva.
Nesse contexto, o chefe da diplomacia portuguesa enfatizou a importância de cumprir a meta de 2% do PIB em investimentos em Defesa, estabelecida pela NATO em 2014. Rangel ressaltou que esse é um objetivo que vem sendo perseguido pelo governo português e que, neste ano, espera-se alcançá-lo. Ele também destacou que esse esforço é fundamental para garantir a segurança e a estabilidade do país, bem como para cumprir os compromissos internacionais assumidos por Portugal.
Além disso, Rangel enfatizou que o investimento em Defesa não se trata apenas de uma questão de segurança, mas também de desenvolvimento econômico. Segundo ele, a indústria de Defesa é um setor estratégico que pode gerar empregos e impulsionar a economia do país. Por isso, é importante que haja um esforço conjunto entre o governo e o setor privado para fortalecer essa área.
O chefe da diplomacia portuguesa também destacou a importância de modernizar as Forças Armadas e equipá-las com tecnologia de ponta. Ele ressaltou que, além de garantir a segurança do país, isso também contribui para a inserção de Portugal no cenário internacional, fortalecendo sua posição como um país confiável e capaz de cumprir seus compromissos.
Rangel também abordou a questão da cooperação entre os países da NATO. Ele destacou que, além de cumprir as metas de investimento em Defesa, é fundamental que haja uma cooperação estreita entre os países membros para enfrentar os desafios atuais e futuros. Nesse sentido, Portugal tem se empenhado em participar de missões e operações internacionais, contribuindo para a paz e a estabilidade em diferentes regiões do mundo.
O chefe da diplomacia portuguesa também ressaltou a importância de manter um diálogo aberto e transparente com a sociedade civil sobre as questões de Defesa. Ele destacou que é fundamental que a população entenda a importância desses investimentos e como eles contribuem para a segurança e o desenvolvimento do país. Além disso, Rangel enfatizou que é necessário garantir a participação da sociedade civil nas decisões relacionadas à Defesa, promovendo uma maior conscientização e engajamento da população.
Em resumo, o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, reiterou a importância de reforçar o investimento em Defesa e atingir a meta de 2% do PIB neste ano, estabelecida pela NATO. Ele destacou que esse é um esforço grande, mas necessário para garantir a segurança e a soberania do país, bem como para cumprir os compromissos internacionais assumidos por Portugal. Além disso, Rangel enfatizou a importância de modernizar as Forças Armadas e promover a coop

