O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, recentemente fez declarações sobre o uso do termo “via verde” para descrever o processo de entrada de turistas em Portugal. Segundo o ministro, o termo pode dar uma ideia equivocada de que o país está simplesmente “a despachar pessoas”, quando na verdade, o objetivo é garantir uma entrada segura e responsável de visitantes estrangeiros.
Durante uma entrevista, o ministro afirmou que não gosta do termo “via verde” e que prefere utilizar a expressão “corredor turístico”, pois acredita que essa é uma forma mais adequada de descrever o processo de entrada de turistas em Portugal. Ele ressaltou que o país está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos visitantes e que não se trata de um processo de “despacho”, mas sim de uma recepção responsável e cuidadosa.
É importante entender o contexto em que o termo “via verde” foi utilizado. Com a retomada do turismo após a pandemia de COVID-19, Portugal implementou um sistema de “via verde” para facilitar a entrada de turistas de países com baixo risco de contaminação. Isso significa que esses visitantes não precisam apresentar um teste negativo de COVID-19 ou cumprir quarentena ao chegarem ao país. No entanto, eles ainda precisam preencher um formulário de localização de passageiros e podem ser submetidos a testes aleatórios no aeroporto.
O objetivo dessa medida é incentivar o turismo e impulsionar a economia do país, mas sempre com a segurança em primeiro lugar. O ministro Santos Silva enfatizou que Portugal está seguindo as recomendações da União Europeia e da Organização Mundial da Saúde para garantir uma entrada responsável de turistas. Além disso, ele ressaltou que o país está preparado para lidar com qualquer situação e que a saúde e o bem-estar dos visitantes são uma prioridade.
É compreensível que o ministro tenha se preocupado com a utilização do termo “via verde”, pois pode transmitir uma ideia errada sobre o processo de entrada de turistas em Portugal. O país não está simplesmente “despachando” pessoas, mas sim recebendo-as de braços abertos, com todas as medidas de segurança necessárias. O objetivo é garantir uma experiência positiva e segura para os visitantes, ao mesmo tempo em que se mantém o controle da pandemia.
Além disso, é importante destacar que Portugal tem sido elogiado internacionalmente por sua gestão eficaz da pandemia. O país foi um dos primeiros a implementar medidas de contenção e, graças a isso, conseguiu controlar a disseminação do vírus. Agora, com a retomada do turismo, Portugal está mostrando que é possível equilibrar a economia e a saúde pública.
Portanto, é fundamental que os turistas compreendam que a “via verde” não é uma forma de “despacho”, mas sim uma maneira de garantir uma entrada segura e responsável em Portugal. O país está de braços abertos para receber visitantes e oferecer uma experiência única e inesquecível. Desde as belas praias até as cidades históricas, Portugal tem muito a oferecer e está pronto para recebê-los com segurança.
Em resumo, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, deixou claro que o termo “via verde” não é adequado para descrever o processo de entrada de turistas em Portugal. O país está tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos visitantes e não está simplesmente “despachando” pessoas. É importante que os turistas compreendam que Portugal está fazendo tudo ao seu alcance para oferecer uma experiência segura e agradável, e que

