Portugal continental enfrentou hoje a passagem da depressão Martinho, que trouxe consigo fortes ventos e chuvas intensas. Entre a meia-noite e as 18 horas, foram registadas 858 ocorrências em todo o país, a maioria delas relacionadas com quedas de árvores e estruturas. As regiões mais afetadas foram a Grande Lisboa e a Península de Setúbal.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a depressão Martinho foi classificada como uma tempestade subtropical, com ventos que chegaram a atingir os 120 km/h. O IPMA emitiu um aviso laranja para todo o país, alertando para o risco de inundações, queda de árvores e danos em estruturas.
Apesar dos estragos causados pela passagem da depressão Martinho, é importante destacar a rápida resposta das autoridades e dos serviços de emergência. A Proteção Civil registou um total de 858 ocorrências, sendo que a maioria delas foram resolvidas com sucesso. Não houve registo de feridos graves.
A Grande Lisboa foi a região mais afetada, com 367 ocorrências, seguida da Península de Setúbal, com 196. Em Lisboa, a queda de uma árvore na Avenida da Liberdade causou o corte de trânsito durante algumas horas, mas a situação já foi normalizada. Na Península de Setúbal, a queda de uma estrutura num parque de estacionamento em Almada obrigou à evacuação do local, mas também não houve feridos.
Em todo o país, foram registadas ainda 122 ocorrências relacionadas com inundações, 86 com quedas de estruturas e 67 com quedas de árvores. As restantes ocorrências foram relacionadas com danos em telhados, postes de eletricidade e outros objetos.
Apesar dos transtornos causados pela depressão Martinho, é importante destacar que Portugal continental está preparado para enfrentar este tipo de situações. As autoridades e os serviços de emergência estiveram atentos e prontos para agir, o que permitiu minimizar os danos e garantir a segurança da população.
É também importante salientar que a população seguiu as recomendações das autoridades e evitou sair de casa durante a passagem da tempestade. Esta atitude responsável contribuiu para que não houvesse registo de feridos graves.
A depressão Martinho já se afastou de Portugal continental e espera-se que o tempo melhore nas próximas horas. No entanto, é importante continuar a seguir as recomendações das autoridades e estar atento a possíveis danos causados pela tempestade.
Em resumo, Portugal continental enfrentou com sucesso a passagem da depressão Martinho, graças à rápida resposta das autoridades e à colaboração da população. Apesar dos estragos causados, é importante destacar que o país está preparado para enfrentar este tipo de situações e que a segurança da população é sempre a prioridade.

