O fundador do grupo Fortera, Elad Dror, foi recentemente envolvido no processo Babel, que investiga casos de corrupção em Portugal. No entanto, em uma entrevista concedida hoje, Dror esclareceu que o dinheiro que ele deu ao empresário Paulo Malafaia, também arguido no processo, não foi para corromper alguém na câmara de Gaia, mas sim para ajudar em um projeto imobiliário na região.
Dror, que é conhecido por sua atuação no mercado imobiliário em Portugal, explicou que o valor de 50 mil euros foi dado a Malafaia como um investimento em um projeto que ele estava desenvolvendo em Gaia. Segundo o fundador do grupo Fortera, ele acreditava no potencial do projeto e viu uma oportunidade de investimento.
O empresário Paulo Malafaia também é um nome conhecido no mercado imobiliário português e é sócio de Dror em outros empreendimentos. Segundo Dror, a relação entre os dois é de confiança e parceria, e ele não tinha motivos para acreditar que o dinheiro seria usado para corromper alguém na câmara de Gaia.
Dror ainda ressaltou que não tem nenhum tipo de relação com a câmara de Gaia e que não tem interesse em se envolver em casos de corrupção. Ele afirmou que sempre atuou de forma ética e transparente em seus negócios e que não tem nada a esconder.
O processo Babel tem gerado grande repercussão na mídia portuguesa e tem levantado questionamentos sobre a integridade de empresários e políticos envolvidos. No entanto, Dror enfatizou que não tem nada a ver com as acusações de corrupção e que está disposto a colaborar com as autoridades para esclarecer os fatos.
O grupo Fortera, fundado por Dror, é conhecido por seus empreendimentos de sucesso em Portugal e tem uma reputação sólida no mercado imobiliário. A empresa tem como valores a ética, a transparência e a responsabilidade social, e Dror sempre foi um defensor desses princípios.
O fundador do grupo Fortera também aproveitou a entrevista para reforçar seu compromisso com o desenvolvimento do mercado imobiliário em Portugal e com a geração de empregos e renda no país. Ele acredita que o setor é fundamental para a economia portuguesa e que é preciso continuar investindo e gerando oportunidades.
Dror finalizou a entrevista afirmando que está confiante de que a verdade prevalecerá e que ele será inocentado de qualquer acusação no processo Babel. Ele agradeceu o apoio de sua família, amigos e parceiros de negócios e reafirmou seu compromisso com a ética e a transparência em todas as suas atividades.
O caso envolvendo o fundador do grupo Fortera, Elad Dror, e o empresário Paulo Malafaia ainda está em andamento e as investigações continuam. No entanto, é importante ressaltar que todos são inocentes até que se prove o contrário e que é preciso aguardar o desenrolar dos fatos para tirar conclusões precipitadas.
O mercado imobiliário em Portugal tem se mostrado cada vez mais atrativo para investidores estrangeiros, e é importante que casos como esse não manchem a imagem do setor. É preciso que todos atuem de forma ética e transparente, seguindo as leis e contribuindo para o desenvolvimento do país.
Esperamos que a verdade seja esclarecida e que o mercado imobiliário continue crescendo e gerando oportunidades para todos. O grupo Fortera e seu fundador, Elad Dror, seguem firmes em seus valores e compromissos, e acreditamos que essa situação será resolvida da melhor forma possível.

