O Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, passou por uma reforma significativa e foi recentemente eleito “Edifício do Ano” em Arquitetura Cultural pela plataforma internacional ArchDaily. A premiação, considerada uma das mais importantes no mundo da arquitetura, reconheceu a grandiosidade e a qualidade arquitetônica do renovado CAM, que agora se destaca ainda mais no cenário cultural de Lisboa.
Localizado no coração da capital portuguesa, o CAM é um espaço dedicado à arte moderna e contemporânea, abarcando diversas formas de expressão artística, como pintura, escultura, fotografia e vídeo. Desde sua inauguração em 1983, o centro tem sido um importante ponto de encontro para artistas, curadores, estudiosos e amantes da arte, oferecendo uma programação diversificada e de alta qualidade.
Com o intuito de resgatar e valorizar o patrimônio arquitetônico do CAM, o projeto de renovação foi conduzido pelo renomado arquiteto português Álvaro Siza Vieira, que já havia realizado outras intervenções na Fundação Calouste Gulbenkian. A proposta arquitetônica tinha como objetivo principal criar um espaço moderno e funcional, que ao mesmo tempo respeitasse a história e a identidade do edifício.
Uma das principais mudanças realizadas no CAM foi a criação de uma nova entrada, que agora se conecta diretamente ao jardim da Fundação Calouste Gulbenkian. Esse acesso mais amplo e convidativo torna o centro mais acessível e integrado ao ambiente ao seu redor, criando uma sensação acolhedora e convidativa para os visitantes.
Além disso, a reforma trouxe uma série de melhorias em termos de infraestrutura, como a ampliação do espaço expositivo e a modernização dos sistemas de iluminação e climatização. Essas mudanças permitiram que o CAM pudesse receber exposições de maior porte e com maior qualidade técnica, oferecendo uma experiência ainda mais enriquecedora para o público.
Outro destaque da renovação é o novo auditório, que foi projetado para abrigar diversos tipos de eventos, desde palestras e conferências até apresentações musicais e de teatro. Com uma acústica impecável e um design contemporâneo, o espaço é um verdadeiro convite para a contemplação e a reflexão.
Além disso, o CAM agora conta com uma nova biblioteca, que possui um vasto acervo de livros, catálogos e publicações especializadas em arte moderna e contemporânea. Com uma área mais ampla e equipamentos modernos, a biblioteca é um importante espaço de referência e pesquisa para estudantes, artistas e pesquisadores.
A nova proposta arquitetônica do CAM também teve como objetivo aprimorar a acessibilidade e a sustentabilidade do edifício. A partir de agora, o centro conta com rampas e elevadores para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, além de sistemas de captação de água da chuva e de reaproveitamento de energia solar, reduzindo assim seu impacto ambiental.
O resultado final da reforma é um espaço moderno e funcional, que preserva a história e a identidade do CAM e, ao mesmo tempo, oferece uma experiência ainda mais enriquecedora e diversificada para o público. A escolha do edifício como “Edifício do Ano” em Arquitetura Cultural pela ArchDaily é um reconhecimento mais do que merecido para um projeto tão grandioso e significativo.
Não é à toa que o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian é considerado um dos principais espaços culturais de Lisboa. Com sua nova estrutura e uma programação cada vez mais

