O antigo presidente da Fundação CCB, Elísio Summavielle, confirmou esta quarta-feira que a sugestão da contratação de Aida Tavares, pelo ex-ministro da Cultura Pedro Adão e Silva, foi o culminar de um caminho de divergências com o anterior Governo.
Summavielle, que esteve à frente da Fundação CCB durante 10 anos, explicou que a decisão de contratar Aida Tavares para o cargo de diretora-geral da instituição foi tomada após uma série de desentendimentos com o Governo anterior. Segundo ele, a sugestão de Adão e Silva foi vista como uma oportunidade de trazer uma nova visão e uma nova energia para a Fundação.
Aida Tavares, que é licenciada em História da Arte e tem uma vasta experiência na área cultural, foi escolhida para liderar a Fundação CCB devido ao seu perfil dinâmico e inovador. A sua nomeação foi bem recebida por todos os membros da Fundação, que acreditam que ela trará uma nova perspetiva e um novo impulso para a instituição.
A contratação de Aida Tavares também foi vista como uma forma de reforçar a independência da Fundação CCB em relação ao Governo. Durante o mandato de Summavielle, a Fundação enfrentou várias tentativas de interferência política, o que gerou conflitos e divergências entre a instituição e o Governo. Com a chegada de Aida Tavares, a expectativa é que a Fundação possa ter mais autonomia e liberdade para desenvolver as suas atividades culturais.
Além disso, a nomeação de Aida Tavares também foi vista como uma forma de valorizar e promover a cultura portuguesa. A diretora-geral tem uma vasta experiência na área da cultura e é conhecida pelo seu trabalho de promoção e divulgação da arte e do património português. A sua nomeação é vista como um sinal de que a Fundação CCB está comprometida em valorizar a cultura nacional e em promover a sua diversidade e riqueza.
Aida Tavares já assumiu o cargo de diretora-geral da Fundação CCB e tem recebido elogios pela sua atuação. A sua visão inovadora e a sua capacidade de liderança têm sido destacadas pelos membros da Fundação e pela comunidade cultural em geral. A sua chegada trouxe uma nova energia e uma nova dinâmica para a instituição, que tem sido elogiada pela qualidade dos seus eventos e atividades.
Com a contratação de Aida Tavares, a Fundação CCB está a dar um importante passo para fortalecer a sua posição como uma das principais instituições culturais do país. A sua nomeação é vista como uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento para a Fundação, que tem um papel fundamental na promoção e divulgação da cultura portuguesa.
Em suma, a sugestão da contratação de Aida Tavares pelo ex-ministro da Cultura Pedro Adão e Silva foi o culminar de um caminho de divergências com o anterior Governo, mas também foi vista como uma oportunidade de trazer uma nova visão e uma nova energia para a Fundação CCB. Com a chegada de Aida Tavares, a expectativa é que a Fundação possa ter mais autonomia e liberdade para desenvolver as suas atividades culturais e continuar a promover e valorizar a cultura portuguesa.

